Após a vitória de ontem do tricolor, com grande atuação do seu meio campo, especialmente Bitello, mais uma vez a sabedoria que vem das arquibancadas se mostrou acertada: Thiago Santos não tem lugar no time.
Isso já foi discutido aqui e em outros veículos, mas precisou de uma intervenção direcional para que fosse aplicada em campo: o resultado foi um meio - campo seguro com Villasanti na cabeça da área, com Bitello fazendo o jogo rodar com rapidez e Campaz interessado em trazer consequências às suas ações dentro de campo.
Claro que há situações em que o atleta, treinador ou dirigente podem reverter a insatisfação do povo e se provar um acerto...um exemplo é Jael, que veio em 2017 sob uma chuva de críticas, mas conquistou a torcida com seu empenho, identificação e gols, alguns deles muito bonitos como o gol de falta no Grenal.
Thiago Santos é um profissional, deve ser respeitado pelo clube, mas estava apenas se queimando com a teimosia dos últimos 3 ou 4 treinadores que passaram por aqui, incluindo Roger.
Ele não oferece a dinâmica que o time precisa na saída de bola, tampouco preenche espaços com eficiência. O resultado sempre era um buraco no meio campo e muitas faltas desnecessária devido ao seu mau posicionamento dentro de campo. Villasanti não é uma Brastemp, mas ao menos ocupa espaços com eficiência e sofre pouco para roubar bola, justamente por isso. Com isso, todos os jogadores do meio pra frente se sentem mais seguros para avançar, tabelar e agredir o campo adversário.
A ver a sequência das ações daqui pra frente. Mas Bitello e Villasanti é uma verdade imutável nesse momento.
Primo ABS
Lembrei do Bressan. Tivemos que ter várias eliminações em razão dele, até que se convencessem.
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